sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Medidas anti-crise – O PEC de Mafamude


O FC de Gaia mostrou-se solidário com o governo do país e solicitou a todos os adeptos dos demónios de Mafamude, que se desloquem ao covil, mas que tragam umas lanternas, ou em alternativa, umas velinhas e uns fósforos.
A razão deste pedido foi explicada pelo presidente Garcia, que foi forçado a cortar radicalmente nas despesas de água luz e salários dos jogadores.
A única verba que se mantém inalterada é a destinada aos subornos das equipas de arbitragem. O presidente Garcia justifica “ ó pá… eu no jogo contra o Cale dei-lhes menos 5€ porque não tinha troco e olha, deu no que deu…”
Os cortes ameaçam não ficar por aqui, segundo um membro não identificado da direcção do clube, está pensada uma estratégia de racionalização dos consumos.
“Às 2ªs tomam banho os esquerdinos e os canhotos, às 4ªs só os laterais esquerdos, às 6ªs só o Eliseu e o Serginho, para não irem a cheirar mal para o bar, e aos fins-de-semana não toma ninguém, que isto não é para virem para aqui lavar a cara depois de virem da noite”
Sá-Punaru, ao saber disso pondera retirar-se da competição, pois não tem verbas para lavar a carrinha que já é conhecida como o “expresso de Oleiros”, devido ao elevado número de pseudo-atletas que transporta, o expresso ia ficar com um cheiro “ainda pior que o que já tem quando o coquilha se lembra de tirar os sapatos antes de chegar à auto-estrada.”

Pelo gajo do costume

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